Yume no sekai


Sonhos- Parte II
Fevereiro 5, 2008, 3:21 pm
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“Pretendia nadar naquele rio, mas estou presa entre as correntes do meu sonho. As frutas que aqui como, conhecidas como felicidade temporária, ilusões, são tão doces que alimentam ainda mais falsas esperanças. Elas me fazem ver o negro como mais puro branco que se possa imaginar, me faz fechar os olhos e ver um mundo que não existe. O mundo do sonho. Ele não é um sonho, na realidade é um pesadelo que corrompe a minha alma a cada dia. Mas ainda tenho uma aliada, a razão. Ela me fez entender tudo isso e agora que me livrei de minhas ilusões, das minhas felicidades temporárias e com isso das minhas falsas esperanças, eu poderei mergulhar de verdade nesse rio chamado vida. Levo comigo meu potinho com felicidade, não sei quanto vai durar, talvez o perca para sempre. Porém, não há mais volta, se não mergulhar nesse rio, no final me depararei com minha incapacidade (falta de força de vontade) que temo mais que a morte.”

Interpretem como quiserem, novamente.

Traumë



Sonhos
Janeiro 29, 2008, 1:37 am
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“Eu vivia em um sonho. Lá era muito bom e me alimentava de doces ilusões, era muito prazeroso. Eu fugia de todos os meus problemas todos os dias, eles nunca conseguiam me alcançar no meu sonho. Havia um rio muito grande e estranho, era escuro e muito profundo… Bem no fundo dele existia uma recompensa muito grande, mas para isso eu precisava deixar minhas ilusões e meu prazer de lado para poder nadar durante anos em meio a dor e mesmo que alcançasse isso, no final meu potinho com felicidade se esgotaria… Apesar de tudo ser mais fácil nos meus sonhos, eu decidi esquecer esse lugar de maravilhas e mergulhar nesse rio… chamado vida e eu irei lutar até o final para conseguir minha recompensa, mesmo que no fim eu não seja feliz.”

Eu mesma que escrevi, interpretem como quiserem…



=D
Janeiro 9, 2008, 5:08 pm
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Oiiiiii pessoas *-*
Como vocês estão? o/
Weee to feliz 8D Tá esse será um post meio inútil em que eu irei falar da minha vida. Primeiro: eu amo todas as minhas amigaaas *—–*// sou muito feliz por ter conhecido elas, ahh >< *baka* E meus amiguinhos tbm x333
Não sei quem lê meu blog, nem sei se é útil, mas é meu oras eu faço o que bem entender? o_ó *Ahn? Discutindo consigo mesma, endoidou de vez*

Tcharam! Um dia estava procurando avatares e não gostei dos que encontrei… Então resolvi fazer os meus ;DD
Aproveitem ^_^

Air


Clannad


Little Busters



Rozen Maiden


DnAngel Kanon Suzumiya HNY

Da próxima faço mais :3333

Só mais uma coisa, se divirtam, façam o que faz vocês ficarem felizes… não tente forçar muito a si mesmo, sim eu me forço todos os dias além do necessário… por isso fico deprimida, mesmo tendo motivos suficientes para sorrir…

” – O que importa é ser feliz não é? ^^
~ Não exatamente o.o
- Não exatamente? O__õ “

XD

Bai bai, minna-san ;**



A Sereiazinha
Dezembro 27, 2007, 2:54 am
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[...] 

O sol ainda não tinha nascido quando ela deparou com o castelo do príncipe e subiu as suas esplêndidas escadarias de mármore. A lua brilhava com uma limpidez extraordinária. A sereiazinha tomou a beberagem ardente, e foi como se uma espada de dois gumes dividisse o seu corpinho delicado. Sobreveio-lhe um desmaio, e ela ficou ali deitada como se estivesse morta. Quando o sol apareceu sobre o mar, ela acordou, sentindo uma dor agudíssima; e viu de pé à sua frente o belo príncipe de seus sonhos! Ele a fitou com seus olhos negros como carvão, e a princesinha baixou os dela. Nesse instante percebeu que já não tinha cauda, mas sim o mais belo par de pernas que uma menina podia desejar. Estava despida, e pôr isso se cobriu com os seus próprios cabelos longos e abundantes. O príncipe perguntou como ela viera ter ali. Ela o olhou docemente, mas com grande tristeza; olhou-o em silêncio, com seus olhos profundamente azuis, pois não podia falar. Então ele a tomou pela mão e conduziu-a para o castelo. Cada passo que dava lhe doía como se caminhasse sobre agulhas e facas de ponta, mas ela tudo suportou com alegria. Caminhava à direita do príncipe, leve como uma bolha de sabão, e ele, bem como as demais pessoas, estava atônito diante de seus graciosos movimentos balouçantes.

Deram-lhe em seguida esplêndidas roupas de seda e musselina. No castelo era ela a criatura mais linda que ainda se vira; mas era muda, não podia falar nem cantar. Lindas escravas, vestidas de seda e ouro, vieram para a frente e cantaram para o príncipe e seus nobres pais; uma delas cantava mais bonito do que todas as outras, e o príncipe lhe sorriu e bateu palmas. Aí, a sereiazinha ficou triste; sabia que cantava com uma doçura muito maior, e pensou:

 - Oh! se ele ao menos soubesse que perdi minha voz para ficar sempre com ele!

 Agora as escravas dançavam lindas danças ondulantes ao som da mais bela música; então a sereiazinha ergueu os seus lindos braços brancos, ficou na ponta dos pés e saiu dançando pelo soalho como ninguém antes dela tinha ainda dançado. A cada movimento sua beleza se fazia mais perceptível, e seus olhares falavam mais diretamente ao coração do que as canções das escravas.

 Todos ficaram encantados, especialmente o príncipe, que lhe chamou “minha enjeitadinha”; e ela dançou e tornou a dançar, embora cada vez que tocava a terra lhe parecesse estar pisando sobre agudas facas de ponta. O príncipe disse que a queria sempre consigo, e ela teve licença de dormir numa almofada de veludo, junto à porta dos seus aposentos.

O príncipe mandou fazer-lhe um traje de pajem, à fim de que ela o pudesse acompanhar a cavalo. Passeavam os dois pelas matas verdejantes, cujos galhos acariciavam-lhes os ombros e onde os passarinhos cantavam na folhagem. Na companhia do príncipe ela galgou altas montanhas, e embora os seus delicados pezinhos sangrassem ao ponto de toda a gente perceber, ela zombava de sua dor e o seguia até que ambos avistavam as nuvens flutuando lá embaixo, como bandos de pássaros em viagem para terras distantes.

No castelo do príncipe, quando todos dormiam. Ela saia para os largos degraus de mármore, refrescava os pés ardentes na água fria do mar e pensava nos seus entes queridos, habitantes das profundezas.

Certa vez (era de noite), suas irmãs apareceram de braços dados. Cantavam tristemente, flutuando em cima da água. Ela fez-lhes sinal; elas a reconheceram, e disseram-lhe da dor que a todos causara a sua fuga. De então em diante visitavam-na todas as noites; e certa vez ela viu na distância sua velha avó, que havia muitos anos não subia à superfície, e viu o rei seu pai, com a coroa na cabeça. Eles estenderam-lhe os braços, mas não se arriscaram, como suas irmãs, a se aproximar de terra firme.

Dia a dia o príncipe gostava mais dela. Amava-a como quem ama uma criança boa e linda, mas nunca lhe passou pela cabeça fazê-la sua esposa; entretanto era preciso que ela se tornasse sua mulher, do contrário ela não obteria uma alma imortal e teria de virar espuma sobre o mar na mesma manhã em que ele se casasse com outra.

 - Não gosta de mim, mais do que de todas as outras? Pareciam dizer os olhos da sereiazinha quando ele a tomava nos braços e lhe beijava a clara testa.

 - Sim, você é a que mais quero! Dizia o príncipe. De todas elas, você é a que tem melhor coração. É a mais dedicada, e se parece muito com uma menina que vi, outrora, mas que decerto nunca voltarei a ver. Estava eu a bordo de um navio que naufragou. As ondas me atiraram para terra, junto a um templo sagrado, onde havia muitas garotas ocupadas no serviço do culto. A mais jovem de todas me encontrou na praia e salvou-me a vida. Só a vi duas vezes: ela é a única pessoa no mundo a quem posso amar; mas você a afasta da minha lembrança, pois é extremamente parecida com ela. A garota que me salvou pertence ao templo sagrado; pôr isso a minha boa sorte mandou você para mim. Nunca nos separaremos!

 - E ele não sabe que fui eu quem lhe salvou a vida! — pensou a sereiazinha. — Fui eu que o carreguei do mar para a mata onde fica o templo. Fiquei sentada ali perto debaixo da espuma, para ver se vinha alguém, e vi a linda garota que ele ama muito mais do que a mim! E a sereiazinha suspirou profundamente, pois não podia chorar. A garota pertence ao templo sagrado — disse ela — e nunca sairá cá fora no mundo. Os dois nunca mais se verão. Eu, ao contrário, estou com ele, vejo-o todos os dias; dar-lhe-ei carinho, amá-lo-ei, darei a vida pôr ele.

 [...]

Hans Christian Andersen



Fukai No Yami – Girugamesh
Dezembro 21, 2007, 11:50 am
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Fukai No Yami – Girugamesh

[KAZE] ni mau oto… yurari yurari
tsubusareta risei to ishiki
mazari au tsumi to batsu
tomoshibi wa ima futo kie…

Narihibiku moroi saigo no kotoba
sakende mo koe wa… fukai no hate
kurui tadareteku kokoro mo subete
“ochite yuku”

Kasure koe wo… tsubuyaki warai
usureteku urami no nami ga
yurugiau kono omoi wa kooritsuki moumoku no koe koboreochi…

Kareta kigi no ha ga nai yureteiku
sakebigoe kieru… fukai no yami
modae kurushinda shi no fuchi no koe
“kasundeku”

Shizundeiku… shizundeiku…
fukai yami ni nomikomareteiku
sokonashi no furue ga mi wo tsukinukeru

A escura podridão abismal

O som vibra no vento. . . Agitando, flutuando
Desperdício se deitando por razão e consciência
A mistura do crime e a punição
Agora, de repente a luz desaparece.

A última palavra frágil ecoa
Mesmo que eu grite, a minha voz. . . O fim de um mundo decaído
Tudo do meu coração está inflamado e desordenado
“Eu irei quebrar e queimar”

Minha voz quebrada. . . Um riso silencioso
Sentimentos ordinários desaparecem mas…
Agitação, essa emoção é congelada para cegar a minha voz e transborda-la.

As folhas murchas de uma floresta dançam e balançam
Meu grito desaparece. . . A escura podridão abismal
A voz do sofrimento, e angústia de morte na profundidade.
“Torne-se nada”

Afundar-se mais profundamente. . . Queda mais profunda. . .
Vou engolir a mais profunda escuridão
Embora o tremor perfure meu coração

[traduzido do inglês do site http://jmusiceden.com/bluepain/fukainoyamienglish.html
agradecimentos a minha filhinha querida Letty ^^ ]



O espelho
Dezembro 11, 2007, 3:32 am
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- Dr. Papaderos, qual o significado da vida?

Seguiu- se a risada habitual e as pessoas se mexeram nas cadeiras, querendo ir embora.

Papaderos levantou a mão, silenciando a sala, e me olhou por um longo tempo, perguntando com os olhos se eu estava falando sério e vendo nos meus que eu estava.

- Vou responder à sua pergunta.

Ele tirou a carteira do bolso da calça, pôs a mão dentro da divisória de couro e pegou um espelho redondo bem pequeno, mais ou menos do tamanho de uma moeda de vinte e cinco centavos.

Disse então o seguinte:

- Quando eu era pequeno, durante a guerra, éramos muito pobres e vivíamos em um vilarejo distante. Certo dia, na estrada, encontrei os pedaços partidos de um espelho. Uma motocicleta alemã tinha se acidentado naquele lugar.

- Tentei encontrar todos os pedaços e juntá-los, mas não era possível. Então só guardei o pedaço maior. Este aqui, que esfreguei em uma pedra, fazendo-o ficar redondo. Comecei a brincar com ele e fiquei fascinado ao descobrir que podia refletir a luz em lugares escuros, onde o sol nunca brilhava: em buracos profundos, fendas e armários. Aquilo virou um jogo para mim, levar luz aos lugares mais inacessíveis que conseguia encontrar.

- Guardei o espelhinho e, à medida que ia crescendo, eu o tirava do bolso nos momentos em que não estava fazendo nada e continuava com o desafio do jogo. Quando virei homem, comecei a entender que aquilo não era só uma brincadeira de criança, mas uma metáfora para o que eu poderia fazer com a minha vida. Acabei percebendo que não sou a luz ou a fonte de luz. Porque a luz – a verdade, a compreensão, o conhecimento – está ali e vai iluminar muitos lugares se eu a refletir.

- Eu sou apenas o fragmento de um espelho do qual não conheço a forma nem a finalidade. Mesmo assim, com o que tenho, posso refletir a luz nos lugares escuros deste mundo, sobretudo nos corações dos seres humanos, e posso mudar algumas coisas em algumas pessoas. Talvez outras pessoas me vejam fazendo isso e façam o mesmo. É para isso que eu vivo. É este o significado da minha vida.

Robert Fulghum
Histórias para Aquecer o Coração dos Adolescentes
Jack Canfield & Mark Victor Hansen & Kimberly Kirberger

 



Ausência
Novembro 2, 2007, 3:05 pm
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Olá pessoas.
Vim avisar que ficarei algum tempo sem postar, realmente não tenho tido tempo…
Tem acontecido tantas coisas em tão pouco tempo que eu nem consigo pensar direito.
Assim que tiver outra oportunidade eu postarei aqui novamente.

Termino o post com um texto de Luis Fernando Veríssimo.

“Pros erros, há perdão; pros fracassos, chance;
 pros amores impossíveis, tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode,
que o medo impeça de tentar.
Desconfie do destino e acredite em você.
Gaste mais horas realizando que sonhando,
fazendo que planejando, vivendo
que esperando, porque embora quem quase morre esteja vivo,
quem quase vive já
morreu.”



O mundo em que vivemos
Outubro 11, 2007, 11:54 am
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Como é fina a linha entre o ridículo e a realidade
Vejam as matérias seguintes:

Vaca é detida por provocar acidentes e 6 mortes no Camboja

Após dar à luz 18º filho, ex-gari de 40 anos decide fazer laqueadura

Esse é o mundo em que vivemos, apesar de parecer distante, essas coisas no mínimo curiosas acontecem a todo momento…

Eu troquei o layout do site e queria escrever um pouco, mas não sei bem o quê. Estava em época de provas… mas já terminou, que ótimo. Vou poder ficar tranquila no feriado.

Eu pensei em escrever sobre várias coisas como filosofia, filmes, política e etc, ou talvez eu possa fazer outro tutorial… Por favor me digam o que gostariam de ver aqui ><v

Termino por aqui o post. Espero que tenham um bom feriado e feliz dias das crianças. :3



Vetor
Setembro 26, 2007, 3:53 pm
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Vetor Simples – com Adobe Photoshop

Olá ^__^
Eu sempre falo sobre vetor e tem gente que não sabe muito bem o que é.
Vetorizar consiste em transformar uma foto real em desenho, ou também pode ser usado para melhorar scans com defeitos.

Hoje ensinarei a fazer um vetor bem simples, com a foto do otou-san da Chiyo de Azumanga Daioh

  1.  Abra a imagem no phostoshop [versão 7.0 ou acima]
  2.  Vetores constumam ser grandes, por isso aumente a imagem em 100%. Pressione crtl+atl+ i e coloque no combobox onde está escrito pixels – porcent e mude de 100% para 200% (imagem 1)
  3.  Clique em layer/new layer e coloque o nome de “outlier” que será o fundo preto do vetor.
  4.  Selecione a ferramenta pen (caneta), lembre-se que DEVE estar marcada a opção paths ou caminhos (imagem 2) 
  5. Faça pontos ao redor da imagem como mostrado aqui (imagem 3)
  6.  Selecione a ferramenta convert point tool (ferramenta converte pontos) clique nos pontos feitos nos paths e vá os moldando de acordo com o desenho do fundo (imagem 4) 
  7. Faça isso até ficar perfeito e clique com o botão direito em “create vector mask” isso fará existir uma camada somente para o vetor, assim você poderá remoldado mais tarde se for necessário.
  8. Após isso, clique com o botão direito novamente em “fill…” escolha a cor preta e lembre-se de deixar a opção “anti-alias” marcada. Isso fazerá nosso fundo de base.  
  9. Deixe essa camada invisível e faça novas camadas, sempre uma acima da outra, repetindo o mesmo procedimento em cada cor. Ficará assim no final (imagem 5) Está meio torto, mas na imagem final eu arrumei os pontinhos ok? XP
  10. Agora uma comparação da imagem antes e depois (imagem de comparação), espero que tenham gostado do meu singelo tutorial, qualquer dúvida escrevam no comentário ;3


Mudança
Setembro 23, 2007, 3:52 pm
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Olá pessoas \o

Resolvi deixar meu antigo blog-wall para trás e ficar mais séria. Foi bem dificil admito xP [thanks for Shin-chan]
“O que tem que chamar atenção é o conteúdo e não o layout.” Vou tentar.  Deixarei minha criatividade para meus wallpapers,  lembrei que terminei o meu em widescreen da Suigintou \o\ quer quiser pode ver no site do daisuki.com.br [ver link abaixo]

A dream in the night

 Essse post é mais para dizer que mudanças foram feitas, no próximo post colocarei um tutorial sobre vetor.

Até a próxima.